quarta-feira, 7 de maio de 2014

A maior bronca que já levei

Você faz parte do grupo dos 5%?


Quer saber qual a maior bronca que já levei na vida? Vou contar. Tínhamos uma aula de Fisiologia na escola de medicina logo após a semana da Pátria. Como a maioria dos alunos havia viajado aproveitando o feriado prolongado, todos estavam ansiosos para contar as novidades aos colegas e a excitação era geral. Um velho professor entrou na sala e imediatamente percebeu que iria ter trabalho para conseguir silêncio.       

Com grande dose de paciência tentou começar a aula, mas você acha que minha turma correspondeu ? Que nada. Continuamos no papo como se o professor não estivesse lá, afinal a conversa sobre as aventuras do feriado parecia muito mais interessante que qualquer assunto da Fisiologia, ( pelo menos era impressão do momento!).

Com um certo constrangimento, o professor tornou a pedir silêncio educadamente. Não adiantou, ignoramos a solicitação e continuamos firmes na conversa. Foi aí que o velho professor perdeu a paciência e deu a maior bronca que eu já presenciei. Veja o que ele disse: 

"Prestem atenção porque eu vou falar isso uma única vez", disse, levantando a voz. Um silêncio carregado de culpa se instalou em toda a sala e o professor   continuou. "Desde que comecei a lecionar ,

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Chefe que não tem todas respostas é o que mais engaja

O líder é peça-chave para que a equipe tenha vontade de vestir a camisa, segundo Peter Handal, CEO da Dale Carnegie. Brasileiros estão no caminho certo.


Não há uma forma única para que as empresas engajem seus funcionários. Mesmo assim, três ingredientes não podem faltar. Pelo menos na opinião de Peter Handal, presidente da consultoria Dale Carnegie. 
E, para isso, a liderança tem um papel essencial. Para ter funcionários que vistam a camisa, os chefes diretos precisam ser próximos dos funcionários, afirma o especialista.
Eles devem ser "gestores cuidadosos, que tratam o empregado com respeito, dando um bom exemplo, comunicando honestamente e abertamente, e se interesse no funcionário como uma pessoa", descreve Handal. 
Mas isso não é tudo. A equipe principal de líderes deve gerar confiança. Como? A resposta é simples: basta guiar a empresa para a direção certa.
Por fim, os funcionários engajados são "orgulhosos de suas empresas e do que elas fazem". O método para conseguir isso não é muito complexo: a empresa deve, sim, ganhar dinheiro, mas sem se esquecer dos valores e de se importar com os profissionais, explica o executivo. 
De baixo para cima
Como se vê, o engajamento não nasce por geração espontânea - é necessário chefes capazes de impulsioná-lo. E, neste contexto, dois tipos de líderes emergem:  o que dita ordens "de cima para baixo" e o  "participativo". Todos os outros estilos, segundo ele, são variações desses dois.  
O primeiro diz respeito àquela pessoa que está no topo e diz "é assim que vamos fazê-lo", diz Handal. No segundo, estão os que trabalham "solicitando e incorporando os pontos de vista dos outros na organização". 
De acordo com ele, a liderança "de cima pra baixo" funciona somente em situações muito específicas, em que a pessoa que está no topo é "muito incomum, alguém que realmente conhece o negócio, onde quer levá-lo e como chegar lá". E que tem uma visão e uma personalidade agressiva.
Para ele, é na liderança participativa que está a ferramenta para garimpar engajamento. "As pessoas sustentam esta visão porque elas tiveram parte na sua criação". 
Mas não só.  "Ao buscar os pontos de vista dos outros, o líder tem um entendimento muito melhor do mundo em que ele opera", explica. A postura também gera um efeito nos funcionários, diz. "Eu não acho que sou inteligente demais para ter todas as respostas o tempo todo".
A lição, Handal diz ter aprendido com seu pai, que dizia que "niguém tem 100% do que é preciso para um trabalho".
A consequência deste tipo de postura é clara: "Se uma companhia trabalha bem esses três fatores, ela terá funcionários engajados. E se ela tem funcionários mais engajados, será mais lucrativa e bem-sucedida". 
No Brasil, o saldo desta combinação é positivo. Uma pesquisa da Dale aponta que, no país, 40% dos trabalhadores se dizem engajados. Entre os que se declaram desengajados, a fatia é de apenas 13%
Fonte: Exame.com



quinta-feira, 10 de outubro de 2013

As piores coisas que os chefes podem dizer aos funcionários

Esqueça as frases "você está demitido" e "você é incompetente". As piores coisas que um chefe pode dizer aos funcionários podem estar bem longe dos extremos, presentes no dia a dia do trabalho. 
Fazer promessas que não serão cumpridas
Uma promessa que nunca é concretizada se torna uma mentira. Muitas vezes, ao tentar motivar os funcionários, os superiores acabam prometendo coisas que não vão acontecer, mesmo sem má intenção. "Não tenho dúvidas de que, pior ainda do que fazer a promessa, é não cumprir aquilo que foi acordado", diz o headhunter e sócio da CTPartners, Arthur Vasconcellos. 
Jõao Baptista Brandão, professor da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (EASP), da Fundação Getulio Vargas concorda. "A promessa diz respeito à consistência, o caráter de alguém. Há chefes que são como alguns políticos. Primeiro conquistam com algo que não podem cumprir e depois tentam explicar o porquê de não o fazerem. É o famoso 'vamos fazer isso porque lá na frente...'. O efeito é inverso. As pessoas acabam por entender isso como hipocrisia e não se envolvem intensamente porque sabem que o projeto é 'movediço', não tem fundo". 
Dizer que a opinião do funcionário não interessa
Em tempos em que as redes sociais imperam e todos querem se comunicar, ninguém gosta de sentir que realiza uma tarefa só para cumprir a agenda, sem poder participar efetivamente daquele projeto.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Por que está tão crítico reter profissionais?


Retenção é um tema recorrente nas empresas. Como a maioria dos assuntos relacionais à gestão de pessoas, não existe uma fórmula mágica. Estudo conduzido pelo Hay Group no Brasil identificou alguns aspectos fundamentais no processo de pensar a retenção de funcionários.

Acesse o estudo através do link abaixo:

http://www.haygroup.com/br/downloads/details.aspx?id=36516

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Estudos sobre Recursos Humanos











Olá,



Estou disponibilizando um link abaixo que os redireciona ao site da Hay Group em uma área para downloads. Lá encontrarão materiais interessante sobre estudos realizados na área de recursos humanos.
Alguns exemplos do que encontrarão por lá:


  • Estudo sobre retenção de funcionários
  • O que está tirando o sono dos profissionais de remuneração?
  • Por que está tão crítico reter profissionais
  • A próxima geração de RH
  • Top Executive Compensation

E muito mais...


terça-feira, 9 de julho de 2013

100 Segredos das Melhores Empresas para se trabalhar

Mais uma da séria Melhores Empresas para se trabalhar.

O programa 100 Segredos das Melhores Empresas para Trabalhar é uma parceria da Papaya Filmes com o Great Place to Work para mostrar as práticas que fazem dessas empresas um lugar com alto índice de aprovação pelos seus profissionais.

Assista ao vídeo no link abaixo:

100 Segredos

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Estilos de liderança e seus resultados

Estilos de liderança e seus resultados
Existem várias teorias sobre os estilos de liderança. A finalidade desses estudos é estudar a relação do líder com seus subordinados e observar de que maneira o líder orienta sua conduta e seu estilo de liderança. Tem a finalidade também de expor as características e personalidades dos estilos de liderança.
Dos estudos sobre a teoria dos estilos de liderança, refere-se a três estilos. São eles: AUTOCRÁTICA, DEMOCRÁTICA e LIBERAL.
Abaixo, pode-se observar algumas características relacionadas a cada estilo de liderança citado.
AUTOCRÁTICA
  • Apenas o líder fixa as diretrizes, sem qualquer participação do grupo;
  • O líder determina as providências e as técnicas para a execução das tarefas, cada uma pôr vez, na medida em que se tornam necessárias e de modo imprevisível para o grupo;
  • O líder determina qual a tarefa que cada um deve executar e qual o seu companheiro de trabalho;
  • O líder é Dominador e é "pessoal" nos elogios e nas críticas ao trabalho de cada membro.

sábado, 25 de maio de 2013

Gestão de pessoas não é com o RH!

Estou transcrevendo o texto de : José Luiz Bichuetti - Retirado do site da HARVARD BUSINESS REVIEW.


Presidentes e gestores têm papel fundamental na atração, retenção e na administração de pessoas; a área de RH é estratégica e atua como parceiro de negócios.
“Passe lá no RH!” Não são poucas as vezes que os colaboradores de uma empresa recebem esta orientação. Não são poucos os chefes que não sabem como tratar um tema que envolve seus subordinados, ou não têm coragem de fazê-lo, e empurram a responsabilidade lateralmente para seus colegas da área de RH. Promover ou comunicar um aumento de salário é com o chefe mesmo; resolver conflitos, comunicar uma demissão, selecionar pessoas, identificar necessidades de treinamento é “lá com o RH”. É impressionante ver quantas áreas de RH aceitam equivocadamente essa abdicação de responsabilidade dos gestores!
Em pleno século 21, ainda existem empresas cujos executivos não sabem quem são os reais responsáveis pela gestão de seu capital humano, além de tratá-lo como custo e não como ativo. Os responsáveis pela gestão de pessoas numa organização são os gestores, e não a área de RH. E, ao contrário do que possa parecer pelo título, não digo que a área tem atribuições menos importantes do que cuidar das pessoas. Ao contrário: defendo-a como maior do que isso, uma área estratégica que deve ser parceira de negócios dentro da organização.
Gente é o ativo mais importante nas organizações: é o propulsor que as move e lhes dá vida. As barreiras que inibem a formação e manutenção de equipes de alto desempenho, porém, são várias:

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Investir na felicidade como diferencial competitivo

Bom dia,

Entrevista concedida a uma revista especializada abordando o tema felicidade e trabalho.




Qual a importância de um ambiente bom e produtivo para os funcionários? Satisfazer o cliente interno é tão importante quanto fazê-lo ao externo?

Alguns acreditam que não é tão fácil de conciliar as duas coisas: ambiente bom e produtivo ao mesmo tempo. Acredito que esse questionamento ou a razão de pensarem assim está diretamente ligado a nossa origem como nação. Quando do "descobrimento" do Brasil e nas décadas seguintes tivemos a implantação e manutenção do modelo de trabalho escravocrata, servil, submisso, opressor onde os trabalhadores produziam à base de chicotadas.
Sabedores de que a promulgação da Lei Áurea se deu no final do século XIX (1888) isso nos dá 125 anos até os dias de hoje. Se pensarmos em termos de geração, teremos algo em torno de três gerações, ou seja, há três ou no máximo quatro gerações atrás o modelo de trabalho era completamente antagônico ao que se procura agora.

Sem falar que durante este processo de evolução nas relações de trabalho passamos pelas teorias clássicas da administração onde o foco era a produção no menor tempo possível transformando os trabalhadores em seres braçais (um bom retrato disso está no filme Tempos Moderno de 1936 do cineasta Charles Chaplin).

Sendo assim, é compreensível esse antagonismo na mente de muitos empresários, mas não pode ser aceitável.
Os colaboradores exigem cada vez mais essa mudança no relacionamento empresa X colaborador, principalmente os mais novos, e é papel fundamental do RH arquitetar e viabilizar essa mudança.

Sobre a segunda questão, a resposta é Não! Satisfazer o cliente interno

terça-feira, 30 de abril de 2013

Olá,

Para quem está desenvolvendo um Manual para Colaboradores, estou disponibilizando o modelo que desenvolvemos em nossa empresa.


http://www.4shared.com/rar/ayZbYiCx/Maranho_-_Manual_do_Colaborado.html?

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Quem investe nas lideranças tem visão de futuro

Olá,

Estou disponibilizando o link para uma matéria no portal rh.com.br onde falei um pouco sobre o programa de desenvolvimento de liderança capitaneado por mim na empresa onde atuo.

Denominado "Escola de Líderes" o projeto de formação é sequencial e engloba as competências que todos os líderes devem dominar e como transforma-las em habilidades.

http://rh.com.br/Portal/Desenvolvimento/Materia/8442/quem-investe-nas-liderancas-tem-visao-de-futuro.html

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Investindo nos Líderes e nos futuros Líderes



Olá,

Estou disponibilizando aqui o link de uma matéria (rh.com.br) onde falo sobre o programa Escola de Líderes. Um programa elaborado para atuar em duas frentes: Desenvolvermos e/ou aprimorarmos as competências essências dos líderes e desenvolvermos novos líderes.

Quem investe nas lideranças tem visão de futuro

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Dois ingredientes de sucesso para os líderes


Paixão e Compaixão 

A paixão te move, faz com que você acorde pela manhã, é o ingrediente que impulsiona você a mergulhar em seu trabalho e entregar resultados. Compaixão é quando você se dedica aos membros de sua equipe, é a manifestação de carinho e preocupação. Embora esses dois conceitos são de extrema importância para o sucesso dos líderes, eles não recebem igualmente importância. 
O ingrediente paixão é tratado com frequencia em vários artigos e livros sobre liderança. É comum ouvirmos que deve-se ter "paixão pelo trabalho" ou "paixão por entregar os resultados". Já quando procuramos o ingrediente compaixão vemos que não é dada a devida importância e quase nunca este ingrediente é lembrado na real essencia de seu significado. É claro que que muitas vezes este ingrediente vem camuflado como "dar atenção aos membros de sua equipe, ouvi-los, entende-los, etc", mas esta camuflagem nada mais é do que reduzir o seu valor real.

Na verdade, se você deseja trabalhar o valor paixão, ou seja, usá-lo como uma arma poderosa para motivar a sua equipe para conseguir algo sustentável, tem de fazê-lo com compaixão, reconhecendo e demonstrando sua crença de que as pessoas são importantes. E parece que para muitos líderes

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Você sabota o seu sucesso?


13 pequenas coisas que você está fazendo para sabotar o seu sucesso


1. Gramática: Erros de ortografia, a falta de capitalização e da gramática geralmente pobre pode dizer que você é ignorante, desatento aos detalhes, ou, francamente, só não se importa. Gramática pobre é como um sinal de alerta gigante fluorescente que diz: "Preciso de orientação". Por favor, use ferramentas de verificação ortográfica, releia a sua nota, e se for algo "importante" peça para que outros leiam também.

2.  Somos humanos: Nós todos temos nossos momentos "off" quando falamos o que não devia, mas devemos ser consistente e não simplesmente mostrarmo-nos ou entregar rapidamente e sem valor. As possibilidades são, ou você está desorganizado ou é um megalomaníaco. E não, a sequência constante de

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

As 5 principais missões de um líder proeminente

Li este arquivo através da recomendação de um presidente de uma empresa onde trabalhei e que admiro muito. Ao terminar de ler, me senti na obrigação de compartilhar...
segue o link:

Missões de um líder

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Como definir um plano de carreira

Matéria da revista Supermercado Moderno:


Como definir um plano de carreira

Por Viviane Sousa - 18/09/2012
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Aumento da produtividade e queda do turnover são alguns benefícios proporcionados por essa ferramenta às empresas. Entenda como definir e implantar esse processo no seu supermercado



http://www.sm.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=18749&sid=106

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Motivação - Uma atitude pessoal

Todos sabemos que a motivação é algo pessoal e despertada  pela própria pessoa. Mas com certeza existem algumas atitudes que podemos tomar que incentivam e/ou despertam essa motivação pelo trabalho.

Eis abaixo alguma dicas de como realizar isso:

Seja generoso na hora de elogiar
O elogio é algo que todos querem receber, além de ser fácil de dar. O reconhecimento de um CEO vai mais longe do que se imagina. Enalteça as contribuições que cada funcionário oferece e observe sua equipe se esforçar para receber ainda mais.

Livre-se dos gerentes
Remover a função do supervisor e passar esse “poder” ao time de funcionários cria um estímulo para que eles trabalhem melhor em equipe, já que eles não precisarão entregar relatórios de desempenho individuais. Além disso, as pessoas não sentirão que estão em níveis de importância diferentes dentro da empresa.

Faça das suas idéias as idéias deles
Em vez de distribuir ordens, que tal fazer com que os funcionários sintam como se eles estivessem dando

segunda-feira, 11 de junho de 2012

10 Erros de alguns líderes novatos

Para os novos líderes

Uma ótima leitura para quem é líder a pouco tempo e também para quem está formando novos líderes para futuras sucessões.

O texto é da revista VOCE S/A.



1 Baixo foco em pessoas;
2 Não ter propósito de carreira;
3 Descuidar-se da comunicação;
4 Comprometer-se demais;
5 Comportar-se como um colega;
6 Focar apenas em resultados;
7 Dificuldade em dar feedback;
8 Falta de controle sobre a ansiedade;
9 Generalizar a gestão
10 Não saber delegar.

Acesse o link abaixo e veja a explicação para cada tópico e qual a possível solução para o problema.

http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/carreira-lideranca-10-erros-lideres-novatos-662806.shtml

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Você quer evoluir? Peça FeedBack

Três perguntas para obter o feedback que você precisa

Nenhum líder evolui sem feedback. Mas conseguir que as pessoas sejam honestas a respeito do seu desempenho nem sempre é fácil. Dê à sua equipe condições de lhe fornecer a informação que você precisa para mudar, perguntando a eles essas três coisas:
O que eu deveria parar de fazer? Pergunte quais comportamentos seus atrapalham seu caminho para o sucesso.

O que eu deveria continuar fazendo? Informe-se sobre o que você faz certo, e deve continuar assim.

O que eu deveria começar a fazer?Uma vez que você abandone comportamentos improdutivos, você terá mais tempo e energia para novas atitudes.
  
Fonte: Management TIp of the Day, Harvard Business Review

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

5 PASSOS PARA O SUCESSO NO VAREJO

Semana passada iniciei um novo ciclo de treinamento. Depois de 20 anos trabalhando com varejo, desenvolvi um treinamento-palestra que se chama "5 Passos para o SUCESSO no Varejo" com duração de duas horas ficou muito divertido e ao mesmo tempo conseguimos incutir os conceitos de excelencia em atendimento no Varejo.
Abaixo algumas fotos das últimas turmas treinadas.


São José do Rio Preto